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sábado, 4 de julho de 2015

Top 20 da Semana - de 29/06/2015 a 04/07/2015 - Marketing digital para advogados funciona se sistema de atendimento for bom



Quando o advogado deixa o escritório no fim do dia, bem que poderia desejar um bom trabalho a seu website. Afinal, ele permanece aberto 24 horas por dia aos negócios. Enquanto o advogado vira a chave na mente do trabalho para o descanso, alguém com um problema jurídico, em algum ponto da cidade, pode estar buscando por ele na internet .
Nos Estados Unidos, oito em dez americanos (nove em 10 entre os americanos com alguma formação educacional) estão on-line, de acordo com pesquisa da Harris Interactive. A vasta maioria usa a internet  para pesquisar produtos e serviços que estão precisando. No Brasil, não é muito diferente, com o país posicionado no quinto lugar do mundo, caminhando para a quarta posição, entre as populações mais conectadas. Na chamada classe A, 98% dos lares estão conectados.
A ideia de que o site não atrai clientes para o escritório é errada. Na verdade, pode não funcionar quando o site é apenas uma versão eletrônica ampliada de um cartão de visitas: nome do escritório, nomes dos advogados, áreas de atuação e contatos. Isso ajuda, mas não pode ser considerado uma ferramenta eficaz de marketing. E, portanto, pode não satisfazer as expectativas.
Porém, se o conteúdo do site é bom, renovado regularmente, se os advogados do escritório mantêm blogs sobre assuntos correntes em suas áreas de especialização, dirigidos a quem está procurando por esses serviços, e, finalmente, se a tarefa de facilitar a pesquisa do cliente nos mecanismos de busca da internet  for bem feito, os contatos irão acontecer.
Aliás, um bom conteúdo, com destaque para blogs (ou qualquer texto) que apresenta o trio “problema-consequência-solução”, já é mais de meio caminho andado para atrair as aranhas do Google e demais mecanismos de busca. Para melhorar a busca, títulos e subtítulos do blog, artigo ou que for, devem conter palavras-chave. O melhor conjunto de palavras-chave para um texto de um escritório é aquilo que o cliente vai escrever em sua busca. Por exemplo: “advogado especializado em internet  em...”.
Não há mais que discutir a importância do site como ferramenta de marketing para a conquista de novos clientes e preservação dos atuais. Só é permitida a desculpa de que o site não funciona a quem não está a fim de se dar ao trabalho de fazer o que é preciso ser feito.
Alguns escritórios fazem tudo muito bem, de acordo com o site FindLaw,pois sabem plantar as sementes certas na Web e elas florescem e dão frutos. Porém, falham na hora essencial: a de colher os frutos. Isso acontece porque o escritório não tem um sistema montado, de forma adequada, para dar seguimento (o famoso “follow-up”) ao bom trabalho que o site poderá ter feito — isto é, contatar rapidamente o cliente, para iniciar o relacionamento.
O FindLaw tem algumas sugestões para converter cliques em clientes do escritório:
Entenda o “cliente on-line”
Realisticamente, a maioria das pessoas que pesquisam por advogados on-line, estão buscando por serviços jurídicos de forma rápida, perfeita e gratuita. E assim deve ser, pelo menos na primeira fase da interação. O objetivo do cliente é encontrar uma solução para seu problema, enquanto o objetivo do advogado é estabelecer o relacionamento, ao mesmo tempo em que se inteira da questão, explicar possíveis soluções e sua capacidade de provê-las.
É um internet  inicial, mais de tempo do que de outra coisa. Em alguns casos, o futuro cliente espera ter uma ideia de custo. Isso pode ser interessante, porque pode dar ao advogado uma ideia sobre a capacidade do possível cliente de arcar com os honorários do escritório.
Entretanto, o mais importante é ouvir o cliente, para entendê-lo e entender seu caso, além de responder a suas perguntas e comentar suas afirmações, se for o caso. A ideia principal é provar para o cliente que pode contar com sua atenção. Esse já é um grande passo. O seguinte pode ser marcar uma reunião no escritório.
Responda primeiro
Em uma comparação com outras atividades, muitos escritórios de advocacia gostariam de operar como uma clínica de saúde, que só trata de problemas preventivamente. Ou trata de problemas incuráveis, que irá garantir um relacionamento até que a morte os separe.
No entanto, a vida real em um escritório pode lembrar uma das principais atividades do Corpo de Bombeiros: apagar incêndios. No caso de advogado trabalhista, por exemplo, ele pode receber um pedido de socorro, porque estourou uma greve de trabalhadores na fábrica.
Em muitos casos, a vida real em um escritório se parece a de uma sala de emergência de hospital. É o caso, por exemplo, do advogado criminalista que precisa obter um Habeas Corpus já, para livrar da cadeia o diretor de uma empresa.
Esses são casos extremos, que exigem contato por telefone, normalmente. Mas os clientes que buscam um advogado pela  internet  também têm casos urgentes. Muitos deles só procuram um advogado quando uma necessidade já se tornou aguda. Talvez o Fisco já bateu em sua porta. Assim, ele tentará descobrir alguns advogados na Internet e tentará se comunicar com todos.
Nesse caso, a maior probabilidade é que ele contratará o advogado com o qual se comunicar primeiro, desde que, em sua opinião, a conversa foi satisfatória. O tempo de resposta deve ser medido em minutos ou horas, não em dias, diz o FindLaw. O advogado que quer conquistar novos clientes tem de checar, sistematicamente, seu e-mails e os recados deixados por telefone.
Um telefonema de retorno é, tipicamente, a resposta mais eficiente. Se o cliente não atender, deixe uma mensagem que contenha um número direto (ou do celular) ou um endereço de e-mail que é checado constantemente. Enviar ao possível cliente um folheto do escritório ou um texto sobre o problema em questão também pode ajudar a atrai-lo. Se o escritório criou um formulário de contato no website, o endereço do cliente estará lá.
Finalmente, o advogado deve manter um sistema de rastreamento de novos clientes, seja em papel, computador ou tablet, para acompanhar o desenvolvimento — ou status — da operação de conquista do cliente. Isso deve fazer parte da rotina diária do advogado, diz o FindLaw. As formas de contato no website também devem ser checadas frequentemente e melhoradas, sempre que possível.
Preste boas informações
Invista pelo menos algumas horas por semana, para discutir com o possível cliente, por telefone e gratuitamente, seu problema jurídico, fornecendo-lhe informações suficientes para ele sentir confiança de que o profissional é a pessoa certa para ajudá-lo. O cliente quer saber se o advogado vai dar atenção suficiente ao caso dele. Para isso, precisa começar dando atenção a ele.
E há sempre uma pergunta: quanta informação o advogado deve dar ao cliente nos primeiros contatos por telefone ou e-mail? Primeiro, deve ser um pouco mais do que ele pode obter na seção de perguntas e respostas do website. Segundo, o suficiente para ele sentir segurança de que está falando com a pessoa certa.
Na reunião, no escritório, o advogado terá oportunidade de avaliar mais profundamente o problema, falar sobre suas especializações e sua experiência nesse tipo de caso, demonstrar mais interesse nele e em seu caso e vencer resistências, se ainda existirem.
Faça o cliente passar por uma triagem
Nas conversas telefônicas ou por e-mail, é necessário procurar sinais que indiquem se está realmente falando com alguém determinado a contratar um advogado ou se é alguém que busca apenas aconselhamento jurídico gratuito, diz o FindLaw.
Nessas conversas e na reunião, deve-se coletar informações úteis, como os objetivos e expectativas do cliente, bem como sobre seu temperamento, além de informações específicas do caso. O cliente tem alguma experiência sobre o sistema jurídico? Na conversa, ele deu alguma indicação sobre sua capacidade de pagar os honorários? Qual é seu trabalho? Qual a sua formação? Ele já foi representado por outro advogado? O que ele diz sobre o outro advogado?
Em outras palavras, o advogado tem de fazer sua “devida diligência”, antes de se comprometer com um cliente e seu caso, fiz o FindLaw.
Fonte: Conjur - Por 

Top 20 da Semana - de 29/06/2015 a 04/07/2015 - Busca, tenha o seu próprio negócio. Veja o vídeo em três minutos.



Top 20 da Semana - 29/06/2015 a 04/07/2015 - Acusação por porte ilegal só vale se arma funcionar

Uma pessoa só pode ser indiciada por porte ilegal de arma se o artefato funcionar, pois só assim há risco à segurança pública. A decisão é da 10ª Vara Criminal de Goiânia, que absolveu um homem da acusação de porte ilegal de arma porque o objeto era defeituoso.

Para a juíza Placidina Pires a tipicidade material não foi afastada por causa da inexistência de perigo concreto, mas devido à impossibilidade de classificar o objeto apreendido como arma de fogo. "Só é considerado arma de fogo o engenho mecânico que cumpre a função de lançar projéteis à distância com grande velocidade, sendo, portanto, atípica a conduta de portar ilegalmente um artefato incapaz de produzir disparos”, disse.
Segundo Placidina, o laudo comprovou a ineficiência do objeto ao constatar que o péssimo estado geral da arma de fogo. Consta no relatório que o artefato foi recebido "sem o conjunto do ferrolho e havia papel de cor branca e fita isolante de cor preta envolvendo o cano. O carregador estava danificado, faltando a sua base. O pino percutor da arma em estudo fica contido no conjunto do ferrolho. Portanto, a pistola foi encaminhada sem pino percutor, não sendo possível efetuar disparos e tiros com a mesma”.
A juíza ressaltou que como o artefato não pode efetuar disparos e está fisicamente descaracterizado como armamento, não pode ser considerado arma de fogo para efeito de aplicação da Lei 10.826/2003, “devendo ser equiparado às armas obsoletas, dada a inexistência de potencialidade ofensiva ao bem jurídico protegido — Princípio da Ofensividade”. 
Fonte:  Assessoria de Imprensa do TJ-GO. 

Top 20 da Semana - 29/06/2015 a 04/07/2015 - Produtividade do Judiciário brasileiro diminui e atrasos aumentam, diz estudo


Após aumento nos últimos anos, a produtividade da Justiça brasileira caiu 5% entre 2012 e 2013. É o que mostra a 4ª edição do Índice de Desempenho da Justiça (IDJus), divulgada nesta segunda-feira (29/7), em Brasília.

De acordo com o levantamento, a gestão de processos passou de 45,2, em 2012, para 42,9, em 2013. O índice varia entre 0 e 100 — quanto mais desenvolvida e eficiente, mais próximo ao número máximo.
Para o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), responsável pelo estudo, o progresso atribuído a políticas e metas do Conselho Nacional de Justiça não perdurou ao longo dos anos.
Como reflexo do mau desempenho, análises sobre a litigiosidade também apresentaram piora em 2013.  Naquele ano, seriam necessários dois anos para eliminar os processos pendentes, caso fosse interrompida a entrada de novas ações. Em 2012, o atraso era de um 1 ano e 11 meses.
Já a taxa de atendimento da demanda caiu de 106,4%, em 2012, para 102,6% em 2013.
O IDJus é elaborado a partir da extração de dados das bases de dados “Justiça em Números” e o Relatório de Portes dos Tribunais em Tecnologia da Informação e Comunicação, ambos do Conselho Nacional de Justiça.
Melhor e pior tribunal
Dentre os segmentos da Justiça, a esfera que está em melhor posição no cálculo dos seis requisitos analisados (despesas, receita, recursos humanos, tecnologia, litigiosidade e produtividade) é a Justiça Federal (57,4), seguida da Justiça do Trabalho (49,6) e da Justiça Estadual (46,9).
O tribunal federal mais bem posicionado foi o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (64,6), enquanto o TRF da 1ª Região apresentou o menor resultado (52,1). 
Na Justiça do Trabalho, a corte mais bem posicionada foi o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (54,6), de Minas Gerais, enquanto que o TRT com menor grau de desenvolvimento foi o da 14ª Região, de Rondônia e Acre, com um IDJus de 41,5.
Já na Justiça estadual, o tribunal em melhor posição é o TJ-RS (55,8), e o que apresenta o mais baixo grau de desenvolvimento é o TJ-PI (33,9). 
Fonte: Conjur

Top 20 da Semana - 29/06/2015 a 04/07/2015 - Moro critica mais uma empreiteira por ter se defendido na imprensa


Comunicados oficiais contra a prisão de executivos na operação “lava jato” voltaram a ser alvos de críticas do juiz federal Sergio Fernando Moro, que conduz os processos em Curitiba. Ele disse que a empreiteira Andrade Gutierrez reforçou os motivos das prisões preventivas ao usar “seus amplos e bilionários recursos” em “aparente tentativa de confundir” a opinião pública e sem intenção de reconhecer “a sua responsabilidade pelos fatos, o que seria um passo necessário para afastar o risco de reiteração das práticas criminosas”.

A empresa é suspeita de integrar um suposto esquema que fraudaria contratos da Petrobras. Em nota, porém, a construtora negou integrar qualquer cartel e declarou que “causa espanto” o argumento para manter seus executivos atrás das grades. “Trata-se de evidente inversão da presunção de inocência porque, neste caso, a autoridade já tem como certa a ilegalidade dos negócios das empresas do grupo – o que é evidentemente ilegal e inconstitucional, consistindo num pré-julgamento”, afirmou a empreiteira.
Moro avaliou que essa conduta acabou “atacando este juízo e as instituições responsáveis pela investigação e persecução”. Para ele, “é certo que a empresa tem o direito de se defender, mas fazendo­-o seria recomendável que apresentasse os fatos por inteiro e não da maneira parcial efetuada, em aparente tentativa de confundir (...) a opinião pública e colocá­la contra a ação das instituições públicas”.
As críticas do juiz estão em um ofício enviado ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde tramita o pedido de Habeas Corpus para o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo — a tentativa de liberdade já foi negada em decisão monocrática. As declarações repetem frases usadas para justificar a prisão de executivos da Odebrecht.
Advogados de réus da “lava jato” apontam discrepância entre o entendimento do juiz e as práticas adotadas por ele mesmo e pela acusação. Sob condição de anonimato, alegando risco de prejuízo aos clientes, eles relatam que Moro escreve artigos para jornais e representantes do Ministério Público Federal concedem entrevista à imprensa, enquanto empresas investigadas não podem se expressar.
Por 

Top 20 Notícias - de 29/06/2015 a 04/06/2015 - Decisão que reduz meta de inflação é publicada no Diário Oficial

O Diário Oficial da União publicou hoje resolução que fixou a meta de inflação em 4,5% em 2017 e reduziu de 2 pontos percentuais para 1,5 ponto percentual o intervalo de tolerância para cima ou para baixo no período. Com a decisão, o governo terá como objetivo manter a inflação em, no máximo, 6% em 2017.

A mudança foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no último dia 25. O governo utiliza o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para estabelecer a meta de inflação. O Conselho não alterava a banda desde 2004, quando reduziu o limite de tolerância de 2006 de 2,5 para 2 pontos percentuais.
Definida a meta pelo CMN, cabe ao Banco Central procurar cumprir a meta, elevando, por exemplo, a taxa básica de juros ou os depósitos compulsórios dos bancos, que são os recolhimentos obrigatórios de parte do dinheiro em circulação ao Banco Central para reduzir os meios de pagamento. Se a meta de inflação estabelecida não é alcançada, a autoridade monetária é obrigada a informar, por carta, os motivos ao Ministério da Fazenda.
Outra decisão tomada na mesma reunião do CMN, publicada no Diário Oficial da União, é a que decidiu elevar a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 6,0% para 6,5% para o 3º trimestre de 2015.  A taxa é empregada nos empréstimos e financiamentos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O CMN é composto pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
Da Agência Brasil Edição: José Romildo

TOP 20 - 29/06/2015 a 04/07/2015 - Cachoeira particular na Maromba - Vídeo




TOP 20 Notícias - 29/06/2015 - 04/07/2015 - Colômbia registra aumento de cultivo de coca e produção de cocaína, alerta ONU

Colômbia registra aumento de cultivo de coca e produção de cocaína, alerta ONU

No país, a área de cultivo passou de 48 mil para 60 mil hectares, um aumento de 44% em relação a 2013. Ao mesmo tempo, a produção de cocaína subiu de 290 para 422 toneladas durante o mesmo período, um acréscimo de 52%
Cultivo de coca no Sul de Bolívar, Colômbia. Foto: Flickr/Agência Prensa Rural/Fotografía: Mónica Orjuela (CC)
Cultivo de coca no Sul de Bolívar, Colômbia. Foto: Flickr/Agência Prensa Rural/Fotografía: Mónica Orjuela (CC)
O Escritório da ONU contra Drogas e Crime (UNODC) informou, nesta quinta-feira (02), que durante 2014 a área de cultivo da planta de coca e a produção de cocaína na Colômbia aumentou cerca de 50%. O relatório anual da Colômbia usa como base imagens de satélite e inclui dados relacionados às plantações, esforços de erradicação e outras variáveis para a compreensão do fenômeno no país.
O estudo “Monitoramento de Cultivos de Coca na Colômbia” – elaborado conjuntamente entre o escritório do UNODC na Colômbia e o governo local – indica que a área de cultivo passou de 48 mil para 60 mil hectares, um aumento de 44% em relação a 2013. Ao mesmo tempo, a produção de cocaína subiu de 290 para 422 toneladas durante o mesmo período, um acréscimo de 52%.
“Os cultivos ilícios não trouxeram nenhum desenvolvimento positivo a nenhuma comunidade em nenhuma parte do mundo. Por este motivo o UNODC incentiva o governo da Colômbia a manter e aumentar seu programa de desenvolvimento alternativo no país”, disse o representante do escritório na Colômbia, Bo Mathiasen.
O aumento da produção de cocaína também gerou alerta, já que segundo o UNODC, nem os mercados internacionais, nem as estatísticas sugerem que há mais demanda. Ao contrário, estudos recentes indicam que a prevalência de uso diminuiu nos Estados Unidos e Europa. Por isso, o relatório diz que não há claridade sobre o destino da droga sendo produzida e adverte o país a preparar-se para fortalecer a prevenção do consumo interno e as nações vizinhas, como o Brasil, a combater o aumento do tráfico do entorpecente.
Fonte: ONU

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Viajando Sem Fronteiras em Maromba - Itatiaia - RJ - Chalé e Pura Natureza


Notícias de hoje, 03/07/2015 - Busca Maricá


Serra do Caju é a trilha deste sábado do Circuito Ecológico



No ponto mais alto, participantes terão visão panorâmica do Centro, praias e áreas de Refúgio da Vida Silvestre
Trilha, com duas horas de duração, leva ao mirante da localidade com uma visão panorâmica do Centro, do litoral e das Áreas de Refúgio da Vida Silvestre
A Serra do Caju, com visão panorâmica do Centro e do litoral, é a trilha escolhida pela Secretaria Municipal Adjunta de Turismo para o Circuito Ecológico de Maricá deste sábado (04/07). A caminhada é considerada leve, com duas horas de duração, e a visita é guiada por equipes da Prefeitura. O passeio é gratuito e as inscrições são feitas somente na secretaria (Praça Conselheiro Macedo Soares, Centro) até sexta-feira (3), das 8h às 17h.
Os interessados preenchem um formulário com documento de identificação, endereço e um termo de responsabilidade de que estão aptos a praticar a atividade física – o circuito não é recomendado para quem possui problemas cardíacos. Os participantes sairão do Centro e subirão até o mirante da Serra do Caju, também conhecido como Morro da Caixa D’água ou Morro do Carrapato. No ponto mais alto, as pessoas terão uma visão panorâmica do Centro, da orla de Itaipuaçu até Ponta Negra e das Áreas de Refúgio da Vida Silvestre de Maricá.
O ponto de encontro será em frente à garagem da Viação Nossa Senhora do Amparo, no Centro, às 8h. A orientação da secretaria é de que os participantes usem roupas leves e calçado apropriado, além de levar água (dois litros, no mínimo), lanche, protetor solar, chapéu e repelente. Mais informações pelo telefone 3731-5094.
O Circuito Ecológico é realizado desde setembro de 2013 em trilhas ecológicas da cidade. Já foram promovidas caminhadas em Itaipuaçu (Pedra do Elefante, "Caminho de Darwin" e Pedra de Itaocaia); Pedra do Silvado; travessia Silvado-Espraiado; Cachoeira do Espraiado e Vale de São Francisco; Retiro (Serra do Camburi); Mirante do Caju, na região central; Praia da Sacristia, entre Ponta Negra e Jaconé; Vilarejo Tomascar, entre Maricá e Rio Bonito; Restinga; Grutas do Spar, em Inoã; Farol de Ponta Negra, entre outros pontos turísticos.
Fonte: Prefeitura de Maricá
Texto: Rafael Zarôr | Fotos: Clarildo Menezes

Prefeitura realiza oito shows gratuitos no Centro de Maricá



Shows gratuitos de samba, rock, pop, MPB, forró e música sertaneja acontecem sexta-feira e sábado
O projeto musical “Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá”, da Secretaria Municipal Adjunta de Turismo, apresenta nesta sexta-feira (03/07) e sábado (04) mais oito shows gratuitos em praças do Centro. Com repertórios variados, os artistas locais animarão o público com sucessos do pop, rock, samba, MPB, forró e música sertaneja.
A programação se inicia às 17h na Praça Conselheiro Macedo Soares (berço do projeto), com clássicos do samba de raiz nas vozes de Baby do Cavaco e Adriano Pavarotti. Em seguida, Sidney Santos aumenta o tom dos acordes com pop e rock nacional e internacional. Às 21h, Gianne Mello e Raphael do Cavaco apresentam outros sucessos do samba. A noite na praça será encerrada com uma mistura de ritmos (samba, rock, pop, MPB e música sertaneja) de Jô Borges e banda.
Outros dois shows animarão o público na Praça Cônego Batalha a partir das 19h com o samba de Leandro Jhunnyor e o sertanejo universitário de Bruno Berner. Já no sábado (04/07), na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel, Raul Palmeira canta sucessos sertanejos e do pop internacional às 20h. Com um show eclético, o cantor Edy Baiano encerra a noite.
Confira a programação:
Sexta-feira (03/07) – Praça Conselheiro Macedo Soares – Centro
17h - Baby do Cavaco e Adriano Pavarotti
19h - Sidney Santos
21h - Gianne Mello e Raphael do Cavaco
22h30 - Jô Borges e banda
Sexta-feira (03/07) – Praça Cônego Batalha – Centro
19h - Leandro Jhunnyor
21h - Bruno Berner
Sábado (04/07) – Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel – Centro
20h - Raul Palmeira
22h – Edy Baiano

Fonte: Prefeitura da Prefeitura de Maricá
Texto: Rafael Zarôr | Fotos: Fernando Silva

Ban Ki-moon cobrou acordo entre as partes para que a ajuda humanitária possa ser entregue a pessoas que estão sem suprimentos vitais há meses.


Fumaça cobre o céu acima da capital iemenita de Sana'a após uma série de ataques aéreos (12 de Maio). Foto: Almigdad Mojalli / IRIN
Fumaça cobre o céu acima da capital iemenita de Sana’a após uma série de ataques aéreos (12 de Maio). Foto: Almigdad Mojalli / IRIN
O secretário-geral das Nações Unidas repetiu nesta quinta-feira (02) o seu apelo à cessação imediata dos combates no Iêmen para ajudar a conter a “catástrofe” humanitária no país. Ban Ki-moon enfatizou que as partes em conflito devem respeitar as suas obrigações no âmbito do direito internacional humanitário, protegendo os civis e permitindo que os trabalhadores humanitários entreguem ajuda para salvar vidas.
“Ele convocou as partes a chegar a um acordo ou, no mínimo, uma pausa imediata das hostilidades até o fim do mês sagrado do Ramadã, para que a ajuda humanitária possa ser entregue no Iêmen e atingir as pessoas que estão sem suprimentos vitais há meses”, disse o porta-voz da ONU. “O secretário-geral reafirma o compromisso das Nações Unidas, como expressado por meio dos esforços do seu enviado especial, Ismail Ould Sheikh Ahmed, de apoiar o Iêmen na busca de uma solução política – a única solução viável – para o conflito”.
Nos últimos três meses, cerca de 3 mil iemenitas foram mortos, metade deles civis, e 14 mil feridos. Mais de um milhão de pessoas tiveram que fugir de suas casas e 21 milhões necessitam de ajuda imediata. Além disso, cerca de 13 milhões de pessoas são incapazes de satisfazer as suas necessidades alimentares e 15 milhões não têm acesso a serviços de saúde e a propagação de dengue e malária está fora de controle.
Fonte: ONU

‘Ainda temos 12,5 milhões de trabalhadores infantis na América Latina e no Caribe’, diz diretor regional da OIT

O novo diretor regional da OIT, José Manuel Salazar Xirinachs, participou em Brasília da abertura da Mesa de Cooperação Sul-Sul da Iniciativa Regional América Latina e Caribe Livre do Trabalho Infantil.

Na foto, o diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar Xirinachs, o diretor da ABC, Embaixador Fernando de Abreu e a porta-voz da Rede de Pontos Focais da Iniciativa Regional América Latina e Caribe Livre do Trabalho Infantil, Esmirna Sánchez, em evento em Brasília. Foto: OIT.
Na foto, o diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar Xirinachs, o diretor da ABC, Embaixador Fernando de Abreu e a porta-voz da Rede de Pontos Focais da Iniciativa Regional América Latina e Caribe Livre do Trabalho Infantil, Esmirna Sánchez, em evento em Brasília. Foto: OIT.
O número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil na América Latina e no Caribe diminuiu de 20 milhões no ano 2000 para 12,5 milhões em 2014. Além disso, entre 2002 e 2013 a região alcançou outros resultados positivos, como a redução da pobreza de 44% para 28%, a queda do desemprego e do emprego informal, e o aumento dos salários e da cobertura da seguridade social. “Entretanto, no atual contexto de desaceleração econômica, o trabalho infantil, como causa e consequência da pobreza, ainda representa uma das faces mais visíveis da desigualdade e da vulnerabilidade que persistem na região”, afirmou nesta quarta-feira (01), em Brasília, o diretor regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar Xirinachs.
Salazar participou da abertura da Mesa de Cooperação Sul-Sul para acelerar a redução do trabalho infantil na região ao lado do diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Embaixador Fernando de Abreu, e da porta-voz da Rede de Pontos Focais da Iniciativa Regional América Latina e Caribe Livre do Trabalho Infantil, Esmirna Sánchez. A reunião está sendo promovida pelo governo brasileiro no âmbito do Programa de Cooperação Sul-Sul Brasil-OIT.
As delegações dos 25 países da região que já aderiram à Iniciativa Regional se reúnem no Instituto Rio Branco até sexta-feira (03) para discutir as oportunidades e mecanismos que a cooperação Sul-Sul oferece no combate ao trabalho infantil, além de definir um novo plano de trabalho para a rede de 33 pontos focais da Iniciativa Regional. Entre os participantes estão o vice ministro do Trabalho de El Salvador, Oscar Morales, e a subsecretária de Cooperação Internacional da Guatemala, Ana Maria Mendes.
Oportunidade de integração
Para o diretor regional, a reunião desta semana é “uma grande oportunidade para que duas agendas estreitamente vinculadas na luta contra a pobreza e na aposta por um desenvolvimento inclusivo tenham um espaço de intercâmbio, coordenação e compromisso conjunto”. Ele destacou um estudo recente da OIT, que indicou que os países da América Latina e do Caribe precisariam destinar 0.3% do PIB nacional para acabar com o trabalho infantil na região até 2025, e que esteINVESTIMENTO seria revertido em benefícios em apenas dez anos.
Salazar também falou sobre a importância desta integração dos esforços pela erradicação do trabalho infantil na América Latina e no Caribe no contexto da Agenda Pós 2015, que está em discussão e irá dar continuidade aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio acordados no ano 2000. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável irão pautar a agenda global pelos próximos 15 anos e devem incluir a meta de “adotar medidas imediatas e eficazes para assegurar a proibição e a eliminação das piores formas de trabalho infantil, erradicar o trabalho forçado e, no máximo até 2025, acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas”.
“A prioridade da urgência de acabar com o trabalho infantil em 10 anos, a nível mundial, compromete de maneira decisiva os nossos próximos passos e nos obriga a avaliar os ativos que temos na América Latina e no Caribe para enfrentar este tremendo desafio”, disse o Diretor Regional da OIT. “A ideia da Iniciativa Regional surgiu durante a III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, realizada aqui mesmo em Brasília em 2013. Hoje vocês estão aqui de novo para traduzir este compromisso político e institucional em ações de cooperação que resultarão em compromissos financeiros e que trarão benefícios comprovados para seus países e para a nossa região. Não hesitem em assumir estes compromissos, pois temos 12,5 milhões de ótimas razões para isso.”
Em sua fala durante a abertura, o diretor da ABC, Embaixador Fernando de Abreu, destacou que a cooperação Sul-Sul é uma ferramenta fundamental que permite que as diferentes experiências dos países da América Latina e do Caribe sejam compartilhadas e sirvam de inspiração na região: “Trata-se de uma modalidade horizontal e de benefício mútuo, na qual não há uma imposição de ideias, mas sim uma resposta a demandas”. Abreu também ressaltou a importância do Programa de Cooperação Sul-Sul que a ABC desenvolve em parceria com a OIT e as diferentes contrapartes que atuam em sua execução.
Já a porta-voz da Rede de Pontos Focais da Iniciativa Regional América Latina e Caribe Livre do Trabalho Infantil, Esmirna Sánchez, lembrou aos participantes que a iniciativa é uma resposta conjunta, inovadora e urgente ao flagelo do trabalho infantil: “Para enfrentar este desafio os países precisam trabalhar em maior coordenação, e esta reunião é o primeiro passo para isso. A cooperação Sul-Sul é uma ferramenta que potencializa e integra os esforços de toda a região. A colaboração dos países do Caribe, em particular, tem representado esta integração. Esperamos que os países caribenhos que ainda não aderiram à iniciativa o façam em breve”.
Agenda
A Mesa de Cooperação Sul-Sul, promovida pelo governo brasileiro no âmbito do Programa de Cooperação Sul-Sul Brasil-OIT, está sendo realizada entre os dias 1º e 3 de julho no Auditório do Instituto Rio Branco como uma atividade da Iniciativa Regional América Latina e Caribe Livre do Trabalho Infantil. Lançada oficialmente em outubro de 2014 durante a 18ª Reunião Regional Americana da OIT, a iniciativa tem como objetivo acelerar os esforços de combate contra o trabalho infantil.
Ao longo dos três dias da reunião, os participantes irão discutir estratégias de mobilização de recursos, boas práticas e mecanismos de trabalho da cooperação Sul-Sul para acelerar a erradicação do trabalho infantil, além de realizar consultas e negociações com base em demandas, prioridades e oportunidades identificadas durante as discussões.
Esta é a primeira visita oficial ao Brasil do costa-riquenho José Manuel Salazar Xirinachs, que assumiu o cargo de Diretor Regional da OIT para a América Latina e o Caribe em junho de 2015. Antes disso, Xirinachs era Diretor Executivo do Setor de Empregos na sede da OIT em Genebra desde 2005. Uma biografia completa está disponível no site da OIT.
Além de participar da abertura da Mesa de Cooperação Sul-Sul, até o final da semana o diretor regional da OIT cumprirá uma agenda de reuniões com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello; o diretor da ABC, Embaixador Fernando de Abreu; o ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto; representantes dos Ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; o procurador-geral do Ministério Público do Trabalho, Luís Antônio Camargo; e o presidente do Conselho de Trabalho da Confederação Nacional da Indústria, Alexandre Herculano Furlan.
Mais informações:
Ana Paula Canestrelli – Oficial de Comunicação e Informação Pública
Escritório da OIT no Brasil
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Ucrânia: ONU expande assistência alimentar no leste do país devastado pela crise

Ampliação da operação de emergência do Programa Mundial de Alimentos vai atender 500 mil pessoas afetadas pelo conflito na região até o final do ano.

Mãe e filho recebem um voucher alimentar do PMA, distribuído pela ONG parceira, a ADRA, em Sloviansk, Ucrânia. Foto: PMA / Iuliiya Korzh
Mãe e filho recebem um voucher alimentar do PMA, distribuído pela ONG parceira, a ADRA, em Sloviansk, Ucrânia. Foto: PMA / Iuliiya Korzh
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) disse nesta quarta-feira (01) que vai ampliar sua operação de emergência no leste da Ucrânia para atender 500 mil pessoas afetadas pelo conflito na região com assistência alimentar até o final do ano.
Solicitando urgentemente 30,3 milhões de dólares para continuar a prestar ajuda após dezembro de 2015, o PMA observou que a distribuição de alimentos nas regiões de Donestsk e de Luhansk desde novembro de 2014. Com a expansão atual da ajuda, o PMA irá realizar distribuições de alimentos nas três regiões adicionais de Kharkivska, Dnipropetrovsk e Zaporizhzhya.
“O conflito em andamento já atingiu dezenas de milhares de pessoas que precisam desesperadamente de ajuda”, disse o chefe do gabinete do PMA na Ucrânia, Giancarlo Stopponi. “Eles estão sitiados pelo conflito ou fugiram de suas casas e agora estão vivendo em condições difíceis”.
O PMA continuará a prover transferências em dinheiro ou cupons para as pessoas deslocadas internamente em áreas controladas pelo governo e rações alimentares para aquelas que se encontram em áreas de controle não governamental.
Estima-se que mais de 1,3 milhão de pessoas foram deslocadas na Ucrânia desde o início da crise no ano passado.
Fonte: ONU